Especial …

August 13th, 2008

Presente especial, de uma pessoa especial.

Agora tenho um livro autografado do Lynch **

Morgan Freeman

August 4th, 2008

Morgan Freeman subiu no telhado. :(

JCVD

August 4th, 2008

Tenho a ligeira impressão de que o novo filme do Van Damme vai ser bom.

Adeus.

Gonzo

July 7th, 2008

Porra! Porra! PORRA!

Sangue Negro

July 1st, 2008

Brutal, denso e genial.

The Curious Case of Benjamin Button

June 20th, 2008

O que pode ser melhor que uma obra que reúne F. Scott Fitzgerald, David Fincher e Brad Pitt?

(Uhnn, talvez Tim Burton, Johnny Depp e Daniil Kharms, mas isso é só um sonho meu que talvez nunca se realize)

De forma que The Curious Case of Benjamin Button é a próxima coisa brilhante pela qual vou me por a esperar.

The Pacific

May 14th, 2008

Quero chorar de alegria.

Cobra

April 26th, 2008

Alguma alma feliz teve a idéia de postar no Youtube o filme Stallone Cobra na íntegra. E DUBLADO.

Para os mal informados, eis uma breve explicação do porque de minha euforia. Trata-se do filme com a maior quantidade de diálogos geniais da história do cinema. É uma frase genial atrás da outra. E a dublagem ESTUPENDA só faz enfatizar o roteiro primoroso.

Querem uma amostra?

A pior cena da história do cinema

March 3rd, 2008

Viggo Mortensen brigando pelado numa sauna em Eastern Promises.

Juno

February 25th, 2008

É uma pena eu ter assistido a Juno só agora, a minha torcida pelo Oscar teria sido mais intensa.

Mas creio que tenha vindo em boa hora. É o pequeno filme mais singelo desde Little Miss Sunshine, e essas doses de ingenuidade, tão perfeitamente postas na tela, são às vezes necessárias para aquietar o coração.

A mensagem do filme é tão despretensiosa, mas ao mesmo tempo tão bonita, que é impossível não ficar tocado. Faz a gente acreditar de novo que um amor perfeito e bonito pode ser cultivado sim, a despeito das adversidades.

E pensar que toda essa história saiu da mente de uma ex stripper, só reforça a teoria.

Não bastasse, o roteiro singelo é casado com a trilha sonora perfeita. Com Moldy Peaches e Barry Louis Polisar repetindo ad infiniton nos momentos exatos e Kimya Dawson dando o andamento geral. E pra finalizar, Cat Power, cantando Sea of Love (mar de bem?) no momento mais especial do filme.

Obras assim, que como o livro do John O’Farrel, te mostram problemas da vida que terminam com finais felizes são injeções de otimismo que às vezes a gente precisa pra continuar funcionando.

Respondendo a uma pergunta minha mesmo: dá pra ser feliz sim.